www.amazon.com.br/gp/product/B00WQ3MHKU?%2AVersion%2A=1&%2Aentries%2A=0

domingo, 8 de junho de 2014

O pesadelo do povo de Slaviansk, sem água e sendo atacado, luz cortada

Slavyansk debaixo de fogo, sem água e energia como tropas de Kiev retomar bombardeios

Tempo Publicado em: 8 de junho de 2014 14:06
hora Editado: 08 de junho de 2014 14:42
Moradores de Slavyansk durante um bombardeio de artilharia pesada de sua cidade em 08 de junho de 2014. (RIA Novosti / Andrey Stenin)
Moradores de Slavyansk durante um bombardeio de artilharia pesada de sua cidade em 08 de junho de 2014. (RIA Novosti / Andrey Stenin)
Morte e destruição é relatado no leste da Ucrânia como artilharia de Kiev retomou descascar a cidade rebelde de Slavyansk. Moradores dizem RT eles têm sido, sem água e energia correndo por dias, e que a esperança está desaparecendo.
"As conchas quebrou apenas perto da praça central. Eles atingiram casas residenciais, uma fábrica de móveis, um café e pós comunicações ", um representante não identificado do conselho local da cidade disse à Itar-Tass. "Há vítimas entre os civis e algumas pessoas receberam ferimentos causados ​​por estilhaços".
"Neste momento havia muitas pessoas no centro por causa do Pentecostes Missa na igreja vizinha acaba de terminar", acrescentou a fonte.
Quatro pessoas morreram em resultado do bombardeio, uma menina pequena entre eles. Sete pessoas foram levadas ao hospital com ferimentos, correspondente da RT Andrey Krasnoschyokov relatórios da cena.
Moradores de Slavyansk refugiar no porão de sua casa durante um bombardeio de artilharia pesada de sua cidade em 08 de junho de 2014. (RIA Novosti / Andrey Stenin)
Moradores de Slavyansk refugiar no porão de sua casa durante um bombardeio de artilharia pesada de sua cidade em 08 de junho de 2014. (RIA Novosti / Andrey Stenin)

Artilharia de Kiev também atingiu uma tubulação de gás na cidade, mas não havia nenhuma ameaça explosão, o conselho da cidade disse à RIA Novosti. Outra bomba explodiu um posto de gasolina fora Slavyansk, e uma explosão e fogo.

http://rt.com/news/164564-slavyansk-shelling-water-hospitals/

terça-feira, 3 de junho de 2014

BRIGADA ANTI RUSSIA UNE 3 PAISES DA EUROPA ORIENTAL

Ucrânia, Polônia e Lituânia acordam formar brigada militar conjunta

ucrânia, polônia, lituânia, mikhail koval

A Ucrânia, a Polônia e a Lituânia concordaram em formar uma brigada militar conjunta, anunciou esta terça-feira Mikhail Koval, titular interino da pasta da Defesa da Ucrânia.

"O gabinete de ministros aprovou uma resolução para assinar o acordo entre a Lituânia, a Polônia e a Ucrânia que prevê a formação de uma brigada lituano-polaco-ucraniana", disse ele depois de uma reunião de Comissão OTAN-Ucrânia a nível de ministros da Defesa.
De acordo com o ministro interino, o documento será assinado em 18 de junho.
A ideia de uma brigada militar tripartida surgiu ainda em 2009. Na altura, a parte polonesa preconizou que visaria, em particular, "ajudar a Ucrânia na articulação do exército".
Além disso, o ministro interino avançou a preparação de uma série de exercícios militares em 2014, incluindo dois treinos com a participação dos EUA, informa a RIA Novosti.

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_03/ucrania-polonia-e-lituania-planejam-formar-brigada-militar-conjunta-3593/

Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_03/ucrania-polonia-e-lituania-planejam-formar-brigada-militar-conjunta-3593/

domingo, 1 de junho de 2014

nova guerra fria declarada por OBAMA

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_05_31/Obama-nomeia-Russia-e-China-como-principais-adversarios-potenciais-dos-EUA-6275/

Obama nomeia Rússia e China como principais adversários potenciais dos EUA

Barack Obama, China, Rússia

“As agressões regionais que ficam impunes, aconteça isso no sul da Ucrânia ou no mar da China Meridional, poderão acabar por atingir nossos aliados e por envolver nossas forças armadas”, declarou Barack Obama no seu discurso perante os graduados da Academia de West Point. Esta foi a primeira vez nas últimas décadas que um presidente norte-americano aponta a Rússia e a China, em conjunto, como sendo a origem de uma ameaça militar.

O fato de essas declarações serem proferidas ao mais alto nível é uma prova do caos e da desorientação em que se encontra a liderança norte-americana. Durante muitos anos, o objetivo dos EUA foi não permitir uma grande aproximação entre a Rússia e a China, e muito menos o surgimento de uma aliança militar.
Contudo agora, numa situação em que tanto Moscou como Pequim continuam, pelo menos nas palavras, a negar seu interesse em formar um bloco político-militar, é o próprio presidente norte-americano que os une na qualidade de potenciais adversários militares dos EUA.

É possível que esse discurso apenas reflita a lógica do desenvolvimento das relações internacionais na forma como a entendem os Estados Unidos. Os norte-americanos praticaram durante décadas uma política de contenção da Rússia na Eurásia e da China na Ásia Oriental, apesar de o negarem verbalmente. Ao levar a cabo essa política, os EUA também tentaram de todas as formas criar um distanciamento entre Moscou e Pequim. Neste momento já é evidente que essa estratégia fracassou. Com a sua política, os norte-americanos apenas tornaram inevitável a aproximação russo-chinesa.

Ainda estamos longe da formação de uma aliança formal. Mas, se ela surgir, os EUA e seus aliados irão enfrentar uma ameaça que fará a antiga confrontação com a URSS parecer uma brincadeira de crianças.

A China e a Rússia são a segunda e a quinta economias mundiais e ambas fazem parte das três maiores potências militares. Entretanto, a Rússia continua a possuir o maior arsenal nuclear do mundo, composto por armas nucleares estratégicas e táticas, e a China – as maiores forças terrestres convencionais. Suas economias se complementam e a extensão de suas fronteiras comuns permite realizar trocas comerciais por via terrestre e em segurança.

A Rússia e a China possuem gigantescas reservas em ouro e divisas e são grandes credores dos países ocidentais. Com uma estreita cooperação militar e econômica, Moscou e Pequim serão quase invulneráveis a pressões ocidentais.

Os EUA são a potência mais poderosa do mundo, e muitos pensam que cada passo que eles dão segue algum plano complexo. Na realidade, os atos dos EUA se baseiam numa percepção deturpada da realidade. Frequentemente eles resultam de simples incompetência, de previsões erradas e de simples erros táticos. Um desses erros foi a pressão exercida simultaneamente sobre Moscou e sobre Pequim, o que acaba por aproximá-los ainda mais. Ao juntar uma aliança anti-chinesa na região da Ásia e Pacífico e ao reforçar as sanções contra a Rússia, Washington praticamente não deixa outra alternativa à Rússia e à China.

Uma aliança política e militar russo-chinesa tem, por enquanto, apenas um caráter hipotético, mas os próprios Estados Unidos aceleram a criação desse cenário, que para eles será de pesadelo.

Numa perspectiva de longo prazo, o reforço de uma parceria russo-chinesa conduz à perda pelos EUA da sua liderança global. Mesmo nos países aliados dos Estados Unidos suas ações provocam uma crescente irritação mal disfarçada.

Contudo, numa perspectiva a curto prazo, a política dos EUA irá provocar periodicamente uma inútil desestabilização e caos, como temos tido a oportunidade de observar na Síria e na Ucrânia.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_05_31/Obama-nomeia-Russia-e-China-como-principais-adversarios-potenciais-dos-EUA-6275/

segunda-feira, 26 de maio de 2014

COMBATES PESADOS NA UCRÂNIA APOS RETOMADA DO AEROPORTO

Recomeçam combates perto de Slavyansk

Ucrânia, exército, política, eleições, confrontos, protesto

Nos arredores de Slavyansk recomeçaram os combates entre unidades do exército ucraniano e das milícias populares, informaram porta-vozes das milícias.

Desde meados de abril, as autoridades de Kiev realizam no leste da Ucrânia uma operação especial para esmagar o movimento de protesto que surgiu em reação à mudança de poder ocorrida no país. As hostilidades tinham sido interrompidas no dia 25 de maio para realização das eleições presidenciais.
Segundo declarou o ministro das Relações Exteriores russo Serguei Lavrov, o reinício da operação especial no leste da Ucrânia será um erro colossal. Ele sublinhou que a oportunidade, que agora surgiu, para o surgimento de um diálogo mutuamente respeitoso e equitativo não deve ser desperdiçada.
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_05_26/Recome-am-combates-perto-de-Slavyansk-1131/

sexta-feira, 23 de maio de 2014

A união entre o bildeberg e a camera de relações exteriores ocorreu, aprofundando a NOM

EUA e UE criam zona secreta de comércio livre

EUA e UE criam zona secreta de comércio livre

Nos arredores de Washington teve início mais uma, a quinta, ronda de negociações sobre a criação de uma zona de comércio livre entre a UE e os EUA. A Casa Branca pressiona os seus parceiros europeus para uma rápida assinatura do respetivo documento.

A razão para isso é simples: Barack Obama precisa de depositar pelo menos qualquer coisa no mealheiro dos seus sucessos em política externa. Durante a sua presidência não foram alcançados nenhuns resultados. Não há paz no Afeganistão, nem no Iraque, falharam as tentativas de regulação da situação no Oriente Médio e se deterioraram as relações com os árabes. Moscou fez fracassar a anexação da Ucrânia pela OTAN. Disso resulta que o laureado do Prêmio Nobel da Paz 2009 não tem nada para mostrar.
Mas também a assinatura do Acordo para o Comércio Transatlântico e Parceria de Investimentos, ou Transatlantic Trade & Investment Partnership (TTIP), como se chama oficialmente em inglês esse tratado de comércio livre, também não é uma coisa garantida.
A UE e os EUA iniciaram as conversações apenas no verão de 2013 e esperavam terminá-las até ao final deste ano. Já nessa altura os peritos diziam que dedicar um ano e meio a um grande acordo comercial era absurdo. Afinal se trata da criação de um mercado livre de dimensões nunca vistas. Só a população da UE representa mais de 500 milhões de pessoas. O volume diário das trocas comerciais dos EUA e da UE está avaliado em 2 bilhões de euros! Normalmente as negociações desse tipo de acordos demoram largos anos.
No final do ano passado já se começou a falar de as negociações terminarem em finais de 2015. Neste momento os peritos estão convencidos que, na melhor das hipóteses, elas poderão ser concluídas em finais de 2016. Ou seja, Obama poderá não chegar a receber essa prenda até às eleições de novembro de 2016. Nesse caso sua presidência irá parecer totalmente improdutiva.
Os indícios que será assim que as coisas vão acontecer estão à vista. No dia 21 de maio, 250 organizações não-governamentais europeias enviaram uma carta coletiva ao comissário europeu do comércio, Karel de Gucht. Eles exigiram a remoção da cortina de secretismo que oculta o decorrer das negociações, a divulgação dos documentos principais e informar a opinião pública sobre os acordos que estão sendo negociados entre Bruxelas e Washington.
Na Europa cresce a oposição a esse pacto. Os analistas dizem que, depois das eleições para o Parlamento Europeu, o novo parlamento poderá não aprovar o acordo.
Aparentemente, o comércio livre com os Estados Unidos parece maravilhoso e seria bom, mas isso é apenas na aparência, considera Monique Goyens, diretora do Gabinete Europeu das Uniões de Consumidores (GEUC), que é considerada uma das mulheres mais influentes da União Europeia. Sob a sua direção estão reunidas todas as organizações de consumidores da União Europeia, um território com quase 500 milhões de pessoas:
“Para os consumidores europeus há muitas coisas que não são positivas nesse acordo de comércio. Nós tememos que o acordo seja alcançado à custa da redução dos padrões de segurança nas áreas alimentar e dos bens de consumo, da química e da proteção de dados eletrônicos. Na UE eles são bastante mais elevados do que nos EUA. Os nossos padrões poderão ser prejudicados com esse acordo.”
O problema é a forma como esses pactos são elaborados e os direitos e deveres que impõem aos signatários. É possível que as principais multinacionais norte-americanas e europeias fiquem satisfeitas com esse acordo, mas os sindicatos europeus vêm por trás do possível acordo mais uma ofensiva das multinacionais contra as leis laborais e a defesa dos direitos dos trabalhadores, refere o presidente do Centre Nationale des Employés da Bélgica Etienne Lebeau:
“Este não é de todo o primeiro grande acordo de comércio livre. Nós já conhecemos o Acordo Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA) de 1994. Esse acordo não trouxe nada de bom para os trabalhadores da indústria e serviços norte-americanos. Também não trouxe nada de bom aos outros participantes: nem aos mexicanos, nem aos canadenses. Claro que os lucros das grandes corporações aumentaram, mas não se pode dizer o mesmo das condições de vida e de trabalho das pessoas comuns.”
O eurodeputado Paul Murphy afirma:
“Esse acordo é apresentado quase como um Papai Noel para a Europa e um impulso permanente para a economia da UE: nenhuns problemas, crescimento econômico, prosperidade generalizada e postos de trabalho. Então não se compreende porque é que as negociações desse pacto estão envolvidas em tanto mistério como se ele fosse um acordo entre dois serviços secretos...
As negociações são totalmente secretas, sem qualquer acesso da opinião pública às informações sobre o processo, sem discussões políticas. É quase garantido que o resultado será a diminuição das condições laborais e sociais no trabalho e na vida, além de prejuízos ambientais. A indústria agroalimentar norte-americana já tenta há muito tempo introduzir os produtos com OGM. Agora vai ter essa possibilidade.”
Por insistência dos franceses, a UE já foi obrigada a retirar da lista de temas em debate os setores da economia europeia como o mercado do audiovisual e da cultura. Paris declarou que as obras da “exclusividade cultural” da França não devem ser tema de discussão com os ianques, que são os campeões do entretenimento para o consumo das massas. Segundo escreveu hoje a publicação online EU Observer, os franceses estiveram desde o início contra um acordo de comércio livre com os EUA e concordaram com as negociações exclusivamente para não ficarem com a fama de contestatários incorrigíveis.
Alguns analistas da UE dizem que, depois das eleições para o Parlamento Europeu, o destino do pacto será ainda mais indefinido. O PE terá de aprovar o acordo, mas ele deverá virar visivelmente à direita e se tornar mais antiamericano. Ninguém hoje pode ter qualquer certeza que o PE esteja disposto a “dar um presente” a Obama.

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_05_23/EUA-e-UE-criam-zona-secreta-de-comercio-livre-0635/

Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_05_23/EUA-e-UE-criam-zona-secreta-de-comercio-livre-0635/

quinta-feira, 22 de maio de 2014

vários soldados da Ucrania são mortos por separatistas pró russos

Soldados mortos em confrontos leste Ucrânia

Pelo menos oito mortos e 18 feridos em confrontos durante a noite com os separatistas pró-russos perto da cidade de Donetsk.

Última actualização: 22 de maio de 2014 14:02
Ouça a esta página usando ReadSpeaker
Email artigo
 
Imprimir artigo
 
Artigo Compartilhar
 
Enviar comentários
Forças de Ucrânia e os rebeldes pró-Moscou se enfrentaram várias vezes nas últimas semanas no leste da Ucrânia [Reuters]
Pelo menos oito agentes de segurança ucranianos foram mortos e 18 feridos em confrontos durante a noite com os separatistas pró-russos no leste da Ucrânia, três dias antes de uma eleição presidencial na ex-República Soviética.
Fontes de segurança disseram nesta quinta-feira que o choque principal ocorreu cerca de 20 km ao sul do centro industrial de Donetsk, que está agora nas mãos dos separatistas que dizem que vai perturbar a eleição.
Forças ucranianas também lutou separatistas na região vizinha de Luhansk, mas não havia nenhuma palavra sobre quaisquer baixas lá, a agência de notícias Reuters.
O Ministério da Defesa confirmou que várias pessoas morreram em um tiroteio perto de Donetsk, mas não deu nenhum pedágio precisa morte. Ele acrescentou que o choque ocorreu quando homens armados abriram fogo contra um posto de controle do exército perto da cidade de Volnovakha.
Separadamente, os guardas de fronteira da Ucrânia disse que rejeitou uma tentativa por dezenas de separatistas, armados com lançadores de granadas e rifles, para entrar na região de Luhansk noite da Rússia. Vários guardas foram feridos nos combates.
Separatistas na quinta-feira também apreendeu quatro minas de carvão ucranianas, no leste do país, de acordo com o Ministério da Energia.
"Os terroristas, ameaçando [trabalhadores] com armas, explosivos são exigentes" na região leste Lugansk perto da fronteira com a Rússia, disse o ministério em um comunicado, acrescentando que as minas pertencem à empresa Lysychanskugol.
Confrontos freqüentes
As forças de segurança ucranianos e os separatistas pró-Moscou se enfrentaram várias vezes nas últimas semanas no leste da Ucrânia, onde a quebra de segurança abalou o governo interino pró-ocidental em Kiev.
Kiev reconheceu que a eleição de domingo não pode ser realizado em partes das regiões Donetsk e Luhansk e acusou Moscou de deliberadamente tentando minar a democracia ucraniana, uma carga ecoou pelos Estados Unidos e União Europeia .
Rússia nega a legitimidade do governo de Kiev atual, que assumiu após protestos de rua em massa derrubaram o presidente apoiado por Moscou Viktor Yanukovich em fevereiro. Ele fugiu para a Rússia e, em março Rússia apreendidos Mar Negro península da Criméia ucraniana.
Vladimir Putin, o presidente russo, afirma que Moscou tem o direito de intervir em nome dos falantes de russo fora das fronteiras da Rússia e manifestou simpatia pelas pessoas no leste da Ucrânia, que, segundo ele, enfrentam discriminação e assédio por parte do governo de Kiev.

http://www.aljazeera.com/news/europe/2014/05/soldiers-killed-east-ukraine-clashes-20145221064561589.html

terça-feira, 20 de maio de 2014

EUA pesquisa Marte para mandar missão tripulada, envia nova sonda

Nova sonda da NASA vai estudar interior de Marte

Redação do Site Inovação Tecnológica - 20/05/2014
NASA começa a construir sonda que estudará profundezas de Marte
A sonda de três pernas pousará perto do equador marciano e deverá coletar informações durante 720 dias - cerca de dois anos.[Imagem: NASA]
Profundezas de marte
A NASA anunciou que vai começar a construir uma nova sonda robótica para ser enviada a Marte.
A missão da InSight (sigla em inglês para Exploração Interior Usando Investigações Sísmicas, Geodésia e Transporte de Calor) será perfurar abaixo da superfície de Marte para estudar o seu interior.
O robô Curiosity é capaz de fazer pequenos furos em rochas e no solo, mas suficientes apenas para estudar a composição química desses materiais.
Conhecer Marte profundamente
Os objetivos científicos da missão InSight são os seguintes:
  • Determinar o tamanho, a composição e o estado físico (líquido/sólido) do núcleo de Marte;
  • determinar a espessura e a estrutura da crosta;
  • determinar a composição e a estrutura do manto;
  • determinar o estado térmico do interior de Marte;
  • medir a magnitude, a taxa e a distribuição geográfica da atividade sísmica interna de Marte;
  • medir a taxa de impactos de meteoritos na superfície de Marte.
Os resultados ajudarão a melhorar as teorias sobre como os planetas rochosos se formam e desenvolvem uma estrutura interna em camadas - núcleo, manto e crosta - ao coletar informações sobre essas zonas interiores que poderão ser comparadas com as informações da Terra.
Instrumentos
Para investigar o interior de Marte, a sonda contará com um braço robótico - fabricado pelas agências espaciais da França e da Alemanha - que será responsável por colocar os instrumentos de pesquisa no solo.
O Experimento Sísmico para a Estrutura Interior (SEIS) é um sismômetro que medirá ondas de movimento transmitidas através do interior do planeta - geradas por impactos de meteoritos ou por "martemotos", o equivalente marciano dos terremotos.
O experimento Fluxo de Calor e Propriedades Físicas (HP3) é um termômetro que será introduzido a uma profundidade de cinco metros para medir o calor vindo do interior do planeta rumo à superfície.
O instrumento RISE vai acompanhar a forma como Marte oscila sob a influência da atração gravitacional do Sol.
Pelo menos três câmeras deverão fazer fotos panorâmicas do local de pouso da sonda.
Sonda fixa
A InSight não será um veículo, mas uma sonda fixa, que fará todos os seus estudos no local onde pousar.
A sonda de três pernas pousará perto do equador marciano e deverá coletar informações durante 720 dias - cerca de dois anos.
A InSight tem como base o projeto da sonda Phoenix, que estudou o Pólo Norte de Marte em 2008.
Segundo a NASA, o lançamento da InSight, em março de 2016, "vai ajudar a atingir o objetivo da agência de enviar uma missão humana a Marte na década de 2030".

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=nasa-sonda-estudar-profundezas-marte&id=010130140520

https://www.amazon.com.br/dp/B06XX75VKJ