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domingo, 13 de abril de 2008

MAIS PROVAS DOS MUNDOS INTRATERRENOS

Cassini mostra sol do Júpiter oco (artigo renovado) Luis Aparicio , Domingo, 4 de Março de 2007 (21:01:27)
luisaparicio escreve: " Cassini-Huygens a sonda feita em colaboração com a Europa e os EUA foi lançada em 15 de Outubro de 1997, fotografou faixas de ventos que se deslocavam umas em sentido dextrogiro e outras em sentido sinistrogiro, formando círculos concêntricos, no pólo norte de Júpiter. De Outubro a 1 de Dezembro de 2000, foram feitas diversas imagens do pólo norte de Júpiter, captadas através da camera de infra-vermelhos e ultra violetas da Cassini.


As nuvens rodam no sentido sinistrogiro, portanto ascendente. No centro é vísivel o sol interior.

O surpreendente nestas imagens está na natureza dos diversos fluxos da alta atmosfera polar Jupiteriana, apesar da aparência caótica dos ventos contrários dessa embocadura, há em circulação diversos pontos parecendo ser autênticas tempestades, decerto maiores que qualquer tempestade que já tenha acontecido na Terra e que duraram 70 dias inteiros, o tempo inteiro que a Cassini andou em orbita à volta de Júpiter, sem se desfazerem.

Os ventos presentes nesta embocadura polar de Júpiter, parecem ter um carácter eterno, sendo os guardiães para o interior irradiante e luminoso onde está um sol central.

Muitos destes tornados na embocadura parecem mudar de rota e de altitude ou fundirem-se com outros tornados.
Cassini obteve estas imagens na banda dos 756 nanometros onde não há absorção da atmosfera de Júpiter. Foram feitas seis ou mais imagens do planeta, em cada um dos diversos filtros espectrais em intervalos uniformemente espaçados de 10 horas da rotação de Júpiter.

A inteira sequência de imagens era repetida geralmente em cada rotação de Júpiter a cada 20 horas.
Estas imagens que cobrem cada rotação formaram um mosaico de forma a dar um mapa cilíndrico que se estende dos 75 graus norte aos 75 graus sul na latitude que cobre 360 graus ma longitude. O filme consiste em 84 desses tais mapas em 70 dias do tempo da Terra ou seja 168 rotações de Júpiter.

Transformar mapas cilíndricos em projecção stereographic, para os pólos, saiu este filme sobre a embocadura polar de Júpiter, onde são vistas as correntes atmosféricos a girar em anéis concêntricos no pólo, com movimentos equatoriais visíveis nos cantos.

Aquilo que não é dito nos muitos sites que divulgaram esta notícia, prende-se com a luminosidade que aparece no centro desta imagem. Esta é a grande novidade que nos pode levar a olhar com mais atenção para a habitabilidade do interior de Júpiter oco.
Podemos também extrapolar para a existência de civilizações que habitam na parte oca dos planetas, portanto mais protegidas das radiações solares perigosas. Podendo mesmo afirmar-se que todos os planetas são ocos.

Essa luz emana através da embocadura norte, parece um sol que está por detrás nesta circulo de grande dimensão. Esta embocadura polar norte de Júpiter, destaca-se pelos seus ventos que saem de lá de dentro, ao contrário daquilo que acontece em Vénus, entram pelo pólo norte.

Se porventura fosse tal e qual como em Vénus, o turbilhão de ventos a entrar nas duas embocaduras polares, seria muito difícil que os raios do sol central de Júpiter, passassem através dessa embocadura.


A hipótese mais correcta, assenta na possibilidade de os ventos em Júpiter entrarem pelo olho ciclópico a nível do equador e depois de terem entrado nesse amplo espaço oco de Júpiter saem duma forma mais suave pela embocaduras polar norte.


As nuvens no olho ciclópico parecem entrar para dentro do buraco


É aí que a Cassini ganhou pontos, consegui mostrar que através da abertura polar norte, utilizando as suas cameras de infra-vermelhos e ultrvioletas, detectar a presença dessa fonte luminosa que é o sol interior passando através da embocadura polar norte.


Esquema da circulação das nuvens em Jupiter. Ao centro está o sol que ilumina a embocadura norte.

Assim é possível que arranjar a explicação correcta, para a visibilidade do sol interior através da embocadura polar norte. Nessa embocadura os ventos são menos fortes, daí ser bem visível o sol do mundo oco Jupiteriano.

Podemos começar a conjecturar, se houvesse aqui nesta embocadura polar norte uma alta pressão, ou seja se os ventos se enfiassem para o seu interior, então o turbilhão que conduziria ao interior não permitiria a visão do sol interior.

No pólo norte e porque a saída é mais suave, poderíamos quase dizer que é uma baixa pressão há a possibilidade de se ver o sol do mundo oco Jupiteriano. Podemos avançar com a seguinte teoria, alguns ventos entram pelo olho ciclópico, uma outra parte entra pelo pólo sul e estas duas entradas fornecem uma única saída, o pólo norte.


Quanto à embocadura polar sul, não existem publicados filmes, existindo somente imagens como aquela que juntamos, mas onde é visível uma imensa abertura, tal e qual como em Vénus.

Júpiter difere de Vénus. Em Vénus os ventos entram pelas duas embocaduras do pólo norte e saem pelo equador e pelo pólo sul.

As auroras boreais e austrais em Júpiter são mais uma ajuda a esta prova que a Cassini nos deu e que passou despercebida nos muitos sites que publicaram a notícia, mas não compreenderam a amplitude da descoberta da luz do sol interior de Júpiter.

Decerto poderíamos ter imagens similares no pólo sul, mas o Jet Propulsion Laboratory ainda não as publicou. Poderíamos conjecturar doutra forma, deram-nos um cheirinho da realidade, abriram-nos um pouco a janela, embora de certa maneira censurada, para não disserem que são pagos e escondem a verdade, colocando no centro um ponto preto para tapar um pouco a imagem do sol.

JPL censura imagens - O sol interior tapado


No site de Matthew R. Edwards - Hollow Earth chama-se à atenção para este assunto da censura colocando um ponto preto tapando o sol que aparece através do buraco, conforme se pode ver nestas imagens:

Há também uma outra prespectiva para esta situação, tentou-se tapar o sol para não dar muito nas vistas de se ver o sol através da embocadura, mas por outro lado com aquele ponto negro podemos observar um pouco melhor curiosas tempestades circulares nos dois sentidos dextro e sinistrogiro.


O Pólo Sul de Jupiter com a sua enorme embocadura, ainda não foram postas a circular pela NASA imagens animadas para podermos compará-las com Saturno.



As auroras em Júpiter


É verdade que Júpiter também tem auroras nos pólos como a Terra, só que em diferentes escalas, estas são milhares de vezes mais intensas que as da Terra. Os anéis brilhantes à volta dos pólos de Júpiter têm duas vezes o diâmetro da Terra. Nesta foto dá a impressão que a zona dos Pólos é côncava, parece ser mesmo um buraco para o interior.



Luís Aparício
luz@oninetspeed.pt

Um comentário:

cbatista disse...

Falta inserir a fonte do artigo que é www.apovni.org

O artigo é interessante se realmente acreditarmos na teoria da terra oca. Seria mais provavel haver civilizações algures em cavernas gigantescas, dentro da crosta terrestre. O planeta não pode ser completamente oco... se assim fosse, tudo se abateria sobre o seu centro, devido á força de gravidade que nos puxa para baixo.

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